terça-feira, 30 de março de 2010

Terrremotos e Vulcões



O vulcanismo do Vale da Furnas
Persistem hoje os vestígios do efeito daquele fogo num lugar que chamam as Furnas, distante cinco léguas da cidade de Ponta Delgada, e pelo que referem notoriamente os que as viram, concordam todos que se há lugar no Mundo em que se considerem e vejam as bocas do Inferno, só as bocas daquelas furnas o podem ser. O sítio por sua natureza é medonho e improdutivo, e tanto que não se acha nele árvore que dê fruto; as caças que nele se criam são tão secas, que se não acha gosto nem sabor algum nelas. Somente se dão naqueles campos grandes colmeais, em razão da quentura proporcionada à criação das abelhas no inverno, e, por assim ser, se colhe delas tal proveito, que quase satisfaz a cera do gasto da Ilha, cuja fábrica não desmerece em nada da do Reino na perfeição, brancura, e asseio.
Um sismo é um fenômeno de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, resultante de movimentos subterrâneos de placas rochosas, de atividade vulcânica, ou por deslocamentos (migração) de gases no interior da Terra, principalmente metano. O movimento é causado pela liberação rápida de grandes quantidades de energia sob a forma de ondas sísmicas.

Os sismos são basicamente a ocorrência de uma fratura a uma certa profundidade. As ondas elásticas geradas propagam-se por toda a Terra[1]

Os grandes sismos são popularmente designados também pelo termo terremoto (português brasileiro) ou terramoto (português europeu) . No entanto, este último termo aplica-se apenas a esses grandes sismos, sendo que para os pequenos se costuma usar abalo sísmico ou tremor de terra[1]. Se um sismo abala zonas não habitadas não é nunca usado o termo "terremoto" ou "terramoto", mesmo que seja de grande intensidade, enquanto que se abalar zonas habitadas, for sentido e tiver efeitos catastróficos é costume usar também o outro termo, fora de contextos científicos e da área de proteção civil.

Fonte:Wikipédia


Filme :A viagem ao centro da Terra


Trevor é um professor de ciências cujas teorias nada ortodoxas o transformaram em motivo de piada no meio acadêmico. Mas durante uma expedição na Islândia, ele, seu sobrinho Sean e a bela guia Hannah, se deparam com uma impressionante descoberta que os transporta para uma fantástica jornada bem abaixo da superfície da Terra. Eles terão a mais inacreditável aventura de suas vidas, encontrando maravilhas como piranhas voadoras, pássaros brilhantes, cogumelos gigantescos, serpentes marinhas, plantas carnívoras e até mesmo um dinossauro! Apenas uma coisa é certa: quando você está a 6 mil quilômetros abaixo da superfície, tudo pode acontecer!

Placas tectonicas



Os movimentos das placas são devidos às “correntes de convecção” que ocorrem na astenosfera (camada logo abaixo da litosfera): as correntes de convecção são causadas pelo movimento ascendente dos materiais mais quentes do manto (magma) em direção à litosfera, que, ao chegar à base da litosfera, tende a se movimentar lateralmente e perder calor por causa da resistência desta e depois descer novamente dando lugar à mais material aquecido.


terça-feira, 23 de março de 2010

Terra uma senhora as vezes nervosa

A TERRA EM MOVIMENTO E AS PLACAS TECTÔNICAS
Um dos assuntos mais interessantes estudados por geólogos é aquele referente à estrutura da Terra e as transformações que ocorrem no planeta. A maior parte dos processos de mudança, principalmente aqueles de abrangência global, são operados tão lentamente que os mesmos não são perceptíveis numa escala de tempo humano. Mas eles ocorrem de forma inexorável transformando a paisagem da Terra.
Forças internas do planeta agindo durante bilhões de anos elevam grandes massas rochosas (Cordilheira Andina e Alpina), dobram duras camadas de rocha e conseguem mesmo separar e mover continentes e abrir oceanos, rearranjando o mapa do mundo.Periodicamente, o homem se dá conta das forças extraordinárias do planeta, cuja magnitude pode ser avaliada nos grandes eventos dos terremotos, durante os quais grandes fendas se abrem no chão, prédios inteiros são destruídos, pontes e viadutos são levantados, suas estruturas de aço distorcidas, e alterações imponentes ocorrem na superfície dos terrenos num curtíssimo espaço de tempo. Do mesmo modo, erupções vulcânicas modificam rapidamente a paisagem, criando ou destruindo montanhas. Essas forças endógenas do planeta são responsáveis pela dinâmica presente na crosta terrestre. A Figura 1 mostra um perfil esquemático ilustrando os processos derivados do movimento das placas tectônicas na superfície do globo terrestre.
A Teoria das Placas Tectônicas, na qual a superfície da Terra (Litosfera) está dividida em placas relativamente finas (contendo continentes ou não) que se movem e se chocam, provocando terremotos, erupções vulcânicas e formando cadeias montanhosas, é fruto da capacidade imaginativa e científica de figuras importantes do mundo geológico.
A idéia de uma movimentação relativa entre os continentes pode ser inicialmente encontrada nos escritos de Francis Bacon, datados de 1620. Bacon impressionou-se com o fato de que o contorno da costa leste americana casava quase que perfeitamente com o contorno da costa oeste da África e Europa.A hipótese de uma possível deriva continental (continental drift) foi apresentada ao conhecimento público no começo do século XX pelo meteorologista alemão Alfred Wegener. Ele baseou-se principalmente em estudos e evidências de natureza climatológica para justificar a Teoria da Deriva Continental. Analisando registros paleoclimáticos nos diversos continentes, notou que nos Períodos Geológicos do Carbonífero (345 milhões de anos atrás) e Permiano (280 milhões de anos atrás), a África, a Austrália, a Antártica, a América do Sul e a península da Índia encontravam-se em período glacial. No mesmo Tempo Geológico, os grandes depósitos de carvão mineral estavam sendo formados na América do Norte, Europa e Ásia, e condições desérticas prevaleciam em toda a região norte. Os depósitos de carvão e os desertos são indicativos de clima quente, que ocorrem hoje em regiões tropicais e equatoriais. Aquelas condições climáticas não poderiam ser explicadas pela atual disposição espacial dos continentes, a não ser que os mesmos estariam sofrendo um movimento de deriva relativa. Wegener tentou demonstrar que ao se agrupar todos os continentes (Figura 2) numa única massa continental (Pangea), no Período Permocarbonífero, com a América do Sul bem próxima ao Pólo Norte, poder-se-ia explicar a condição climática glacial reinante nos continentes anteriormente indicados.
Da mesma forma, pelo arranjo proposto, a América do Norte, Europa e Ásia estaria localizados em zonas paleoclimáticas tropicais próximas à linha do Equador. Wegener publicou seus estudos em 1915 "A origem dos continentes e oceanos", mas não conseguindo explicar que forças seriam capazes de mover imensos blocos continentais, e com a sua morte em 1930, a Teoria da Deriva Continental foi posta em esquecimento.
Com os avanços científicos que se seguiram decorrentes do desenvolvimento de novos instrumentos e tecnologias de investigação, a partir da metade do século, pode-se constatar novas evidências geológicas indicativas do movimento das placas terrestres. A descoberta e os estudos realizados ao longo das Cadeias Meso-oceânicas (oceanic spreading ridge) que constitui um sistema contínuo de elevações do piso oceânico, com forte atividade sísmica e vulcânica, por exemplo a Cadeia Meso-Atlântica, que se extende continuamente quase exatamente no centro do Oceano Atlântico, deu margem ao desenvolvimento da Tese de Expansão do Fundo Oceânico. Pode-se dizer que a Teoria de Placas Tectônica é fruto dos estudos de Deriva Continental e dos estudos da Expansão do Fundo Oceânico.

Será que dá para cavar um buraco que atravesse a Terra?

Será que dá para cavar um buraco que atravesse a terra?

Há muito tempo os cientistas tentam desvendar do que é formado o interior da Terra.A maior perfuração já realizada na crosta terrestre não ultrapassou 17 Km de profundidade,pois é um processo difícil e caro.
Por tanto não dá para cavar um buraco que atravesse a Terra.


As camadas da Terra

Existem vários modelos de representação das camadas interiores. O mais utilizado mostra a existência de três camadas com características distintas: crosta, manto e núcleo.
(A distancia média entre o centra da Terra e sua superfície é de cerca de 6.300 Km).

terça-feira, 9 de março de 2010

Estados Físicos da água

Fusão: É a passagem do estado sólido para o estado líquido.
Solidificação: É a passagem do estado liquido para o sólido.
Sublimação: É a passagem do estado sólido para o gasoso sem passar pelo estado líquido.
Vaporização: Passagem do liquido para o gasoso.
Evaporação: É a vaporização mais lenta da agua.
Ebulição: É a vaporização mais rápida da água.