terça-feira, 29 de junho de 2010

Para onde vai todo o lixo?

ATERRO SANITÁRIO

O aterro sanitário é uma forma de disposição final do lixo que tem como objetivo evitar danos e riscos á saude pública e à segurança dos cidadãos,além de minimizar os efeitos negativos sobre o meio ambiente .
Inicialmente compacta-se a terra no fundo do aterro , que é recoberta por um plástico espesso e impemeável .É importante impermeabilizar o fundo do aterro para evitar que o chorume atravesse o solo e atinga os lençóis freáticos.
Depois de ser colocado sobre essa manta plástica,o lixo é coberto por uma camada de terra.É chamado aterro sanitário pois impede a proliferação de doenças.
Depois são construidas canaletas que irão levar o choruma para uma "piscina impermeável"depois que o chorume é tratado ele é jogado em um rio.Tambèm constroem chaminés que

Para onde vai todo o lixo?

PARA ONDE VAI TODO O LIXO?

O lixão

O lixão é uma forma fácil de se livrar do lixo,é só encontrar uma área muitas vezes abandonada e sem custo comercial e jogar e acumular o lixo lá.Simples e barato,será mesmo?

Problemas relacionados ao lixão :


1-Como qualquer tipo de material é jogado nos lixões,o risco de contrair doenças desse ambiente é muito grande.

2-Proliferam nos lixões animais que podem transmitir doenças,como ratos,moscas,baratas,pombos e mosquitos.

3-Os lixões ocupam grandes áreas na periferia das cidades,expondo a população das redondezas a situação de risco ao ter de conviver com todo esse lixo.


FONTE:CADERNO ANGLO.

terça-feira, 22 de junho de 2010

CURIOSIDADES DA COPA

Curiosidades da Copa do Mundo de futebol

A Copa do Mundo é um evento que reúne muitas fatos curiosos. Idealizada na fundação da FIFA em 1904, a Copa do Mundo só foi realizada após a reconstrução da Europa dos destroços da Primeira Guerra Mundial. O primeiro torneio foi disputado em 1930 no Uruguai. Os anfitriões foram os primeiros campeões mundiais. O Brasil ganhou as Copas de 1958 na Suécia, 1962 no Chile, 1970 no México, 1994 nos Estados Unidos e 2002 na Coreia do Sul e Japão. Conheça mais sobre as curiosidades das Copas do Mundo.

• O atacante da Coreia do Norte Kim Myong-Won foi registrado na competição como goleiro. Porém, segundo a FIFA, o jogador só poderá atuar na Copa do Mundo de 2010 como goleiro.

• O jogador mais alto da Copa do Mundo de 2010 é o atacante sérvio Nikola Zigic com 2,02m. Um centímetro apenas mais alto que outro atacante da Copa de 2010, o inglês Peter Crouch. Um inglês é o jogador mais baixo inscrito na Copa da África do Sul. Com 1,65 o meio-campista Aaron Lennon é a prova que o futebol é um esporte democrático. Lennon é mais baixo um centímetro do que quatro atletas convocados: o lateral argentino Clemente Rodriguez, os hondurenhos Danilo Turcios e Walter Martinez e o zagueiro Arthur Boka da Costa do Marfim.

• O jogador brasileiro mais alto é Doni com 1,94m e o mais baixo é o meia Josué com 1,69. Gilberto e Gilberto Silva nasceram em 1976, enquanto Ramires é de 1987 (o mais novo jogador brasileiro na Copa do Mundo de 2010).

• Daniel Fernandes é o jogador português mais alto com 1,94m. O atacanete Simão é o mais baixo com 1,70. Deco é o mais velho com 32 anos e o mais novo era Nani, mas como foi cortado por contusão o português mais novo no Mundial será Miguel Veloso (24 anos).

• O jogador mais velho da Copa do Mundo da África do Sul é o goleiro inglês David James com 39 anos e dez meses. O jogador mais jovem é o meio-campista dinamarquês Christian Eriksen.

• A primeira rodada da Copa do Mundo de 2010 bateu um recorde negativo. Foram apenas 25 gols em 16 gols, um média de gols de apenas 1,56 gols por partida, superando as baixas médias das Copas do Mundo de 1962, 1974 e 1986, que tiveram 2,00 gols por jogo na primeira rodada da primeira fase.

COPA DO MUNDO NA ÁFRICA

COPA DO MUNDO DA ÁFRICA









A votação para a primeira Copa do Mundo na África foi o resultado natural da perda da África do Sul da sede da Copa anterior, para a Alemanha. A Copa do Mundo de 2010, a primeira na África, será o maior evento esportivo em um continente que nunca sediou as Olimpíadas. A decisão tomada pela FIFA em maio de 2004 estabeleceu na Suíça que a África do Sul será a sede da Copa de 2010.

A África do Sul, como anfitriã, será a única seleção pré-classificada entre os trinta e dois países que participarão da Copa de 2010, já que pela nova regra o campeão da Copa anterior não garante vaga automática para o Mundial.

A África do Sul foi escolhida devido a sua infra-estrutura, apesar de não ser uma potência nas edições anteriores em que participou (1998 e 2002), sendo eliminada na primeira fase em ambas as edições. Apesar disso, a seleção sul-africana venceu a Copa Africana de 1996



FONTE:http://www.copanaafrica2010.com/2007/11/copa-do-mundo-na-africa-em-2010/

terça-feira, 15 de junho de 2010

História da Copa do Mundo

História da Copa do Mundo do Futebol-Origem




Os Jogos Olímpicos de 1932 em Los Angeles não planejavam incluir o futebol como parte do programa devido à baixa popularidade desse esporte nos Estados Unidos. A FIFA e o Comitê Olímpico Internacional também discordavam da condição de amadores do atletas. Desta forma, a FIFA decidiu realizar sua própria competição mundial de futebol, a Copa do Mundo, que teve sua primeira edição no Uruguai em 1930.
As equipes que participariam da primeira Copa do Mundo foram convidadas pela FIFA para mandar suas seleções, porém a viagem longa e cara transatlântica ao Uruguai intimidou os Europeus. O presidente da FIFA, Jules Rimet, acabou persuadindo as seleções da Bélgica, França, Romênia e Iugoslávia a fazerem a viagem. No total 13 seleções participaram da primeira Copa do Mundo da história -- 7 da América do Sul, 4 da Europa e 2 da América do Norte.

História da Copa do Mundo do Futebol - Primeiras competições internacionais antes das Copas do Mundo

A primeira partida internacional de futebol aconteceu em 1872 entre Inglaterra e Escócia. Nessa época o futebol era raramente jogado fora da Grã Bretanha. A expansão do futebol internacionalmente acabou resultando na formação da FIFA em 1904, reunindo 7 nações da Europa continental. À medida que o futebol ganhava popularidade, foram organizadas demonstrações do esporte (sem medalhas) nas Olimpíadas de 1900 e 1904. O futebol tornou-se uma competição oficial na Olimpíada de 1908, com o torneio sendo organizado pelos ingleses, os quais foram os campeões e repetiram a conquista em 1912.

Com a Olimpíada sendo disputada somente por amadores, competições internacionais envolvendo times profissionais começaram a aparecer. O Torneo Internazionale Stampa Sportiva, disputado em 1908 na cidade italiana de Torino, foi um dos primeiros desse torneios. Essa competição envolvia times, não seleções, que representavam toda uma nação. No ano de 1914 a FIFA reconheceu o futebol na Olimpíada como "campeonato mundial de futebol para amadores", e passou a se responsabilizar por organizar a competição. Assim, aconteceu a primeira disputa intercontinental de futebol na Olimpíada de 1920, vencida pela Bélgica. Nas Olimpíadas de 1924 e 1928 o Uruguai foi o campeão. Depois disso, o futebol sairia da Olimpíada com a realização da Copa do Mundo de 1930 no Uruguai com atletas profissionais.

FONTE:http://www.brasilescola.com/educacaofisica/historia-da-copa-do-mundo.htm

terça-feira, 8 de junho de 2010

Conceito de cidade

O que é uma cidade



Essa diversidade é uma das características mais marcantes da Cidade. É o que lhe imprime contorno e ritmo únicos. A imagem da cidade é composta de um sem número de traços, linhas, cores, sinais gráficos, sons, sotaques, letras, roupas, números, cheiros, frases, massas, volumes, movimentos etc. É aqui o lugar onde convivem as relações capitalistas impessoais com o nepotismo, os direitos legais com as "panelinhas", o concurso público com o "pistolão", a religião com a ciência, a família com o individualismo crescente, o isolamento individual com a comunicação internacional e, em termos de espaço físico, centros superconstruídos com periferias vazias, arranha-céus com favelas, palacetes e cortiços, avenidas com pracinhas; a arquitetura tradicional e de estilo convive lado a lado com a ultra-moderna mas, principalmente, a cidade é o lugar onde convivem pobres e ricos, velhos com jovens, mendigos e doutores, católicos e protestantes, ateus e macumbeiros, gregos e baianos, a "japonesa loura, a nordestina moura", o empresário e o funcionário, o operário e o ladrão, o malandro e o otário...Na cidade, a cultura até mesmo cria a natureza. Parques florestais, praças, bosques, jardins, por exemplo, estão presentes apenas onde o homem deseja ou permite. Tudo isto dificulta uma definição do que seja a cidade, que pode ser, ao mesmo tempo, tudo e nada. Então, será que, levando-se conta tamanha diversidade, a cidade realmente existe como totalidade e pode ser pensada, como categoria antropológica? Como uma variável explicativa dos fenômenos que abriga? Como se define, então, a cidade?
Lefebvre (1969) definiu a cidade como a "projeção da sociedade sobre um dado território". Essa afirmação parece bastante elementar e, ao mesmo tempo, um ponto de partida indispensável, porque se é necessário ultrapassar o empirismo da descrição geográfica, corre-se o risco de imaginar o espaço como uma "página em branco" sobre a qual se inscreve a ação dos personagens sociais e das instituições, sem encontrar obstáculos, a não ser o "desenho" das gerações anteriores. Isso corresponderia a conceber a natureza como totalmente moldada pela cultura e, assim, que toda problemática social tem origem na união destes dois termos, através do processo dialético pelo qual "uma espécie biológica particular (dividida em classes)", o homem, se transforma e transforma o seu desenvolvimento na luta pela vida e pela apropriação diferencial do produto de seu trabalho.

Para os autores que a pensam como uma variável dependente, a cidade não se auto-explica, uma vez que ela não é uma totalidade, mas apenas a objetivação de uma totalidade maior na qual se insere. Estes autores geralmente estão interessados em fatores históricos e estudam a cidade como produto de diversas causas econômicas, políticas e sociais. De acordo com diferentes circunstâncias e forças históricas, existiriam cidades de tipos diferentes, (portos, santuários, industriais etc.) desempenhando funções ligadas às áreas nas quais estão inseridas. Entre os autores que aderem a esta perspectiva, parece suficiente citar Karl Marx e Max Weber, por sua importância e influência nas ciências sociais. Apesar de suas divergências teóricas serem profundas, ambos caracterizam a cidade ocidental como um lugar de mercado.

Weber, no texto "Conceito e Categorias da Cidade" (Weber, 1987), observa vários tipos de cidade que existiram no passado e mostra suas diferentes origens, enfatizando a importância do mercado para seu desenvolvimento. Neste ensaio ele formula um conceito que é construído por uma série de circunstâncias ou pré-requisitos necessários para o desenvolvimento das cidades. Resumindo o conceito weberiano, a existência da cidade implica a existência de uma comunidade com alto grau de autonomia, tanto no nível objetivo (mercado, fortificação, exército, tribunal e direito ao menos parcialmente próprio), quanto no nível subjetivo, como um "conjunto de lealdades".

Para Weber, a cidade é pré-condição da existência do capitalismo e pressuposto de seu desenvolvimento. Ele chega a afirmar que uma das razões de o capitalismo não ter se desenvolvido no Oriente foi justamente a ausência de cidades definidas de acordo com seu modelo. À medida, entretanto, em que as cidades são incorporadas a Estados nacionais, elas não podem mais ser captadas com uma totalidade porque são absorvidas numa unidade mais ampla. E isto leva a uma situação onde a cidade significa uma comunidade relativamente autônoma, enquanto, por outro lado, ela se torna parte integral de sociedades mais abrangentes. Por isso, Weber descartou a relevância de uma sociologia das comunidades urbanas já que, para ele, embora a cidade moderna tenha se originado da comunidade relativamente autônoma de "burgueses livres" que existiu no período de transição do feudalismo para o capitalismo, estas comunidades perderam rapidamente sua independência para se tornarem os alicerces do Estado-nação. Desse modo, as cidades deixariam, para Weber, de proporcionar a base da experiência social total que caracterizou a "associação de comunidade", dando lugar, em vez disso, a uma estrutura social muito além da área urbana, deixando de ser, portanto, uma unidade relevante para a análise sociológica (Weber, 1987).

Marx, por sua vez, afirmou que a economia urbana requer um processo prévio de divisão social do trabalho. No caso das cidades européias da Idade Moderna, isto significou o desenvolvimento de um novo padrão de exploração, que substituiu o sistema estamental pelo de classes sociais. Isto requereria homens livres, no sentido de que, de um lado deveria haver pessoas não sujeitas aos laços da servidão e que, portanto, pudessem vender sua força de trabalho e, de outro lado, uma classe burguesa (portanto livre da dominação de senhores feudais) que estivesse disposta a comprar e usar tal força de trabalho. Para Marx, é apenas nas cidades que estes dois novos atores sociais se encontram e interagem.

Odesenvolvimento do modo de produção capitalista, como descreve Marx em "O Capital", aconteceu (após o aparecimento prévio do capital através do comércio no mundo do século XVI) por meio das transformações que ocorreram nas cidades onde as manufaturas foram eliminadas pelas fábricas às quais os servos pediram empregos depois de serem expulsos ou fugirem do campo.

Neste sentido, também para Marx, a cidade é um mercado, uma vez que ela contém a "população exigida pelo aparelho produtivo e o 'exército de reserva'que a burguesia requer a fim de comprimir os salários e dispor de um `volante' de mão de obra. Mercado de bens e de dinheiro (dos capitais), a cidade também se torna o mercado de trabalho (da mão de obra)" (Marx & Engels, 1974: 62). Assim, se a cidade industrial capitalista representa o encontro de indivíduos que compartilham uma situação de libertação do sistema feudal, para Marx ela expressa as condições mais fundamentais de alienação do homem.

Apesar das divergências entre Marx e Weber serem profundas e fundamentais, é preciso reter o fato de que os dois analisaram a cidade historicamente e mostraram, de maneiras diferentes, que na tradição ocidental a cidade tem sido o ponto de convergência de processos diversos. Eles mostram que historicamente "cidade e política nasceram, na tradição ocidental, como conceitos e realidades inter-relacionadas. De resto, etimologicamente as ligações são claras: civitas e polis são as raízes em distintos idiomas para expressar, ao mesmo tempo, um modo de habitar e uma forma de participar: civismo e política" (Cardoso, 1975:135).



Uma vez que se reconhecia que as cidades deviam ser compreendidas historicamente como partes integrantes de sociedades mais abrangentes, era possível discutir a importância da vida urbana para os diferentes fenômenos sociais.

Havia, entretanto, quem pensasse diferentemente. Como fenômeno social, uma das tendências mais fortes (conhecida como Escola de Chicago), entre as teorias sobre a cidade foi justamente a que a considerava como uma variável independente, sendo a cidade entendida como uma "força" social capaz de gerar, por sua influência, diferentes efeitos na vida social. Os autores que compartilhavam essa teoria, entre os quais se destaca Louis Wirth, consideravam o modo de vida a que ela (a cidade) daria origem como sua principal consequência, concedendo forte valor explicativo ao urbano em si na análise dos diversos fenômenos que ocorrem em seu interior.

Wirth acreditava (como Simmel, seu "inspirador"), que o estabelecimento de cidades implicava o surgimento de uma nova forma de cultura, caracterizada por papéis altamente fragmentados, predominância de contatos secundários sobre os primários, isolamento, superficialidade, anonimato, relações sociais transitórias e com fins instrumentais, inexistência de um controle social direto, diversidade e fugacidade dos envolvimentos sociais, afrouxamento nos laços de família e competição individualista (Wirth, 1987).

O antropólogo Robert Redfield, por sua vez, opunha uma sociedade "folk" a uma urbana e acreditava que existissem variações contínuas entre elas, aumentando ou diminuindo de um pólo para outro de seu continuum. Para ele, as consequências do deslocamento em direção ao extremo urbano de seu continuum eram a desorganização da cultura, a secularização e o individualismo. A urbanização enfraqueceria ou destruiria os firmes laços que ele pensava que integrassem os homens em uma sociedade rural e criava uma cultura urbana caracterizada pela fragmentação de papéis sociais e um comportamento mais secular e individualista (Redfield, 1941).

Por trás dos modelos de Wirth e Redfield encontra-se a oposição culturalista entre o tradicional e o moderno. Mas as limitações dessa abordagem os impede de perceber que se a cidade é o contexto onde tais fenômenos ocorrem, eles são gerados pelo desenvolvimento da industrialização capitalista que acontece nas cidades. Confundem-se, nesta abordagem, cidade e sistema produtivo. Além dessa, outras críticas foram dirigidas a Wirth :
- apesar de desejar fazer generalizações válidas de modo universal, suas proposições só seriam aplicáveis a cidades industriais;

- a distinção entre rural e urbano não parecia estar tão claramente ligada à distinção entre grupos primários e secundários como ele pensava;

- a diversidade existente na cidade faz com que várias proposições de Wirth sejam simplistas, já que ela pode oferecer um leque maior de alternativas para todos os tipos de relacionamentos do que o existente no meio rural;

- Wirth não viu a persistência de grupos primários como elemento integrante da vida urbana e suas funções nas organizações impessoais. Um exemplo disso, constantemente lembrado, é o da Mafia, nos Estados Unidos, em Chicago dos anos 30, e as fortes relações de parentesco e de origem que a organizavam (Velho, 1980).

Assim, uma cidade pode ser aquilo que dela se vê ou se entende, como mostrou, literariamente, Italo Calvino em "As Cidades Invisíveis"

O mundo urbano

Distrito Federal




Capital: Brasília
População: 2.455.903 habitantes
Área Total: 5.822,0 km²
Dens. Demográfica: 421,83 hab/km²
Cidades: 1



Localizado no Planalto Central, o Distrito Federal abriga a capital do Brasil: Brasília, declarada um Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, pela Unesco, em 1987.

A atual Capital federal, inaugurada em 1960, foi construída no governo de Juscelino Kubitschek, segundo o moderno projeto urbanístico de Lúcio Costa. Oscar Niemeyer, na época, era o diretor de arquitetura e urbanismo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital e fez o projeto de vários prédios importantes da Capital.

Fontes:http://citybrazil.uol.com.br/df/index.php

http://www.brasil-turismo.com/distrito-federal/df.htm